
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Colesterol elevado X Memória

Colesterol elevado e pressão arterial em pessoas de meia idade está relacionado a problemas de memória antecipadamente.
ScienceDaily (21 de fevereiro de 2011) -, homens de meia idade e mulheres que têm problemas cardiovasculares, como colesterol elevado e pressão arterial elevada, não só pode estar em risco de doença cardíaca, mas para um risco aumentado de desenvolver a déficit de memória e de cognição. Isso é de acordo com um estudo divulgado 21 de fevereiro, que será apresentado na Academia Americana de Neurologia da 63 Reunião Anual em Honolulu 9 abril - 16 abril de 2011.
O estudo descobriu que pessoas que tinham maior risco cardiovascular foram mais propensas a ter menor função cognitiva e uma taxa mais rápida de declínio cognitivo global, comparado com aqueles com o menor risco de doença cardíaca.
"Nossos resultados contribuem para a crescente evidência do papel dos fatores de risco cardiovascular, como colesterol alto e pressão arterial, contribuindo para problemas cognitivos, a partir de meia-idade", disse o autor do estudo, Sara Kaffashian, MSc, com INSERM, o Instituto Nacional Francês de Saúde e Investigação Médica de Paris. "O estudo demonstra ainda como esses fatores de risco para doença cardíaca pode contribuir para o declínio cognitivo em um período de 10 anos."
Veja mais: http://www.sciencedaily.com/releases/2011/02/110221163047.htm
Mordida de cachorro

Limpar ferimentos é mais eficiente do que usar antibióticos
Há 1 semana minha esposa foi mordida pela Maia, uma simpática cadela, porém temperamental, que mora com minha sogra. Maia é vacinada, menos mal, pois em caso contrário haveria necessidade de imunização com vacinas anti-rábica. O mais importante de tudo é a limpeza da ferida, com bastante água e sabão, para remover bactérias, pois a boca do animal tem bactérias que são transmitidas à ferida; se não forem removidas vão se alojar e ali permanecem causando a infecção que retardará o processo de cicatrização e pode também se espalhar para outros locais.
Ainda mais sobreo o assunto
Pesquisadores fizeram uma descoberta acidental enquanto estudavam as diferenças nos tratamentos de dois tipos de antibióticos.
Os cientistas fizeram um experimento em que deram a 191 crianças um antibiótico que combate os tipos mais comuns de bactérias ou um outro tipo que combate também bactérias mais resistentes a antibióticos. Os resultados encontrados foram surpreendentes. 95% das crianças se recuperaram completamente, independentemente de qual antibiótico foi administrado. Esse fato levou à conclusão de que a limpeza correta da ferida infeccionada é o fator importante para a cura, não o uso de antibióticos.
Aaron Chen é um médico socorrista no hospital americano John Hopkins e líder da equipe de pesquisadores. Ele afirma que, quanto ao estudo, “as boas notícias são que não importou qual antibiótico nós demos, quase todas as infecções e pele sumiram completamente em uma semana. As melhores notícias são que um bom tratamento pouco tecnológico de feridas, limpando, drenando e mantendo a área infectada limpa, é o que realmente faz a diferença entre uma cura rápida e uma infecção persistente”.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
PLANOS DE SAÚDE - Está se tornando CARTEL
ANS estuda incentivos à concorrência
Referência: Valor Econômico
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quer estimular a concorrência entre as operadoras de planos de saúde para fazer frente à tendência de concentração no setor e evitar que os consumidores fiquem sem opção. Duas medidas estão sendo analisadas nesse sentido: uma é a ampliação dos convênios já existentes com os órgãos de defesa da concorrência, outra é atender a demanda das pequenas operadoras por um programa de simplificação burocrática que reduza os custos administrativos e permita que elas ofereçam condições melhores em planos de saúde aos consumidores em relação às grandes operadoras.
Segundo a ANS, o setor de planos de saúde no país é composto por um número grande de operadoras, mais de 1.060 empresas. No entanto, metade do mercado está concentrado em 37 empresas.
Referência: Valor Econômico
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) quer estimular a concorrência entre as operadoras de planos de saúde para fazer frente à tendência de concentração no setor e evitar que os consumidores fiquem sem opção. Duas medidas estão sendo analisadas nesse sentido: uma é a ampliação dos convênios já existentes com os órgãos de defesa da concorrência, outra é atender a demanda das pequenas operadoras por um programa de simplificação burocrática que reduza os custos administrativos e permita que elas ofereçam condições melhores em planos de saúde aos consumidores em relação às grandes operadoras.
Segundo a ANS, o setor de planos de saúde no país é composto por um número grande de operadoras, mais de 1.060 empresas. No entanto, metade do mercado está concentrado em 37 empresas.
Depressão: uma realidade cada vez mais presente no consultório do Cardiologista!

Os que estiveram em consulta comigo já perceberam que incluo na avaliação perguntas referentes ao estado emocional, mesmo de quem vem para uma simples avaliação de atividade física. Esta prática tem se tronado realidade em ambito geral da Cardiologia. Em uma publicação internacional temos agora isto como uma recomendação: acompanhe:
"Cardiologistas devem investigar os sinais de depressão em seus pacientes, medicá-los ou encaminhá-los a profissionais de saúde mental. Essa é a nova orientação da Associação Americana do Coração, publicada na revista "Circulation". A medida também será adotada no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia.
A decisão vem amparada em novos estudos que mostram que pessoas que sofreram infartos ou que já foram hospitalizadas por problemas no coração têm até três vezes mais chances de desenvolver depressão do que a população em geral. No entanto, apenas metade dos cardiologistas tratam seus pacientes de depressão."
Os autores do artigo publicado na Revista "Circulation" alertam que a depressão pode piorar os prognósticos e deteriorar a qualidade de vida dos pacientes cardíacos. Os depressivos tendem a deixar de tomar medicações para o controle do risco cardiovascular e a não seguir mudanças de estilo de vida recomendadas, como dieta equilibrada e exercícios físicos.
"Penso que, ao cuidarmos da depressão, poderemos reduzir consideravelmente o sofrimento desses pacientes e melhorar o resultado dos tratamentos", afirmou Erika Froelicher, professora na Universidade da Califórnia (EUA) e uma das autoras do artigo.
"Cardiologistas devem investigar os sinais de depressão em seus pacientes, medicá-los ou encaminhá-los a profissionais de saúde mental. Essa é a nova orientação da Associação Americana do Coração, publicada na revista "Circulation". A medida também será adotada no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia.
A decisão vem amparada em novos estudos que mostram que pessoas que sofreram infartos ou que já foram hospitalizadas por problemas no coração têm até três vezes mais chances de desenvolver depressão do que a população em geral. No entanto, apenas metade dos cardiologistas tratam seus pacientes de depressão."
Os autores do artigo publicado na Revista "Circulation" alertam que a depressão pode piorar os prognósticos e deteriorar a qualidade de vida dos pacientes cardíacos. Os depressivos tendem a deixar de tomar medicações para o controle do risco cardiovascular e a não seguir mudanças de estilo de vida recomendadas, como dieta equilibrada e exercícios físicos.
"Penso que, ao cuidarmos da depressão, poderemos reduzir consideravelmente o sofrimento desses pacientes e melhorar o resultado dos tratamentos", afirmou Erika Froelicher, professora na Universidade da Califórnia (EUA) e uma das autoras do artigo.
Notícia poublicada no Site da Folha - Horário de verão

A notícia publicada abaixo no site da Folha não tem muita correspondência com a nossa realidade. Não precisamos de alarde. Os dados suecos são curiosos, mas à meu ver não passam da categoria de "curiosidade". No Brasil não temos relatos à este respeito porque nunca houve necessidade em função de não termos problemas relatados.
Veja o que foi publicado:
"O início e o fim do horário de verão podem ter efeitos sobre a saúde cardiovascular, de acordo com um estudo divulgado ontem pelo "New England Journal of Medicine".
Com base em registros referentes ha quase 20 anos (1987 a 2006), pesquisadores suecos descobriram que o número de ataques cardíacos aumenta na primeira semana do horário de verão --principalmente nos três primeiros dias após a mudança.
Quando o horário de verão acaba, e os relógios são atrasados em uma hora, ocorre o oposto: na segunda-feira seguinte à mudança, há menos infartos.
Acredita-se que a explicação para essa variação esteja na quantidade de sono -ao atrasar o relógio, as pessoas dormem por uma hora a mais, o que parece ter um efeito protetor para a saúde. "
Neste blog, em publicações mais antigas, postei dicas referentes a adaptação às mudanças de horário.
Dr Rogério
Veja o que foi publicado:
"O início e o fim do horário de verão podem ter efeitos sobre a saúde cardiovascular, de acordo com um estudo divulgado ontem pelo "New England Journal of Medicine".
Com base em registros referentes ha quase 20 anos (1987 a 2006), pesquisadores suecos descobriram que o número de ataques cardíacos aumenta na primeira semana do horário de verão --principalmente nos três primeiros dias após a mudança.
Quando o horário de verão acaba, e os relógios são atrasados em uma hora, ocorre o oposto: na segunda-feira seguinte à mudança, há menos infartos.
Acredita-se que a explicação para essa variação esteja na quantidade de sono -ao atrasar o relógio, as pessoas dormem por uma hora a mais, o que parece ter um efeito protetor para a saúde. "
Neste blog, em publicações mais antigas, postei dicas referentes a adaptação às mudanças de horário.
Dr Rogério
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Dicas da Dra Luciene
OSTEOPOROSE: CUIDADO COM O CONSUMO EXCESSIVO DE CAFÉ!
A cafeína, substância encontrada principalmente no café, aumenta a eliminação de cálcio através da urina. O cálcio é um mineral essencial para a saúde óssea, sendo indispensável para a formação de ossos e dentes, juntamente com o fósforo e a vitamina D. A carência de cálcio acarreta diminuição no crescimento, dentes e ossos frágeis, além de doenças como o raquitismo e a osteoporose. O consumo de cafeína em quantidades excessivas (mais de 400 mL por dia ou o equivalente a duas xícaras de chá cheias de café), associado a um baixo consumo de cálcio, pode contribuir para aumentar o risco de osteoporose em idade mais avançada.
Deve-se lembrar que a cafeína não é encontrada exclusivamente no café. Pode ser encontrada, também, no chá mate, no chá preto, e nos refrigerantes. Portanto, cuidado com o consumo excessivo desses alimentos.
Se a pessoa já tem osteoporose, o consumo de cafeína deve ser o mínimo possível ou mesmo evitado.
Deve-se lembrar de não ingerir fontes de cafeína juntamente com fontes de cálcio como, por exemplo, leite com café, o que diminui a absorção do cálcio do leite. As principais fontes de cálcio são leite e derivados (queijos, iogurtes, coalhadas), peixes, feijão e hortaliças verdes escuras.
Dra. Luciene A. Negrini
Nutricionista
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